30.3.14

"Igreja: a grata surpresa da racionalidade", no blog Teologia Pentecostal

Por envolver necessariamente momentos de solidão, a vida intelectual pode nos levar a gostar do afastamento, a preferi-lo em comparação à comunidade, e por extensão, a gostar da polêmica barata, supostamente válida per si, sem intenção de ser construtiva, meramente movida pelo desejo de parecer subversivo (seja a um público externo, seja a si mesmo). Isso é comum na maioria das ciências. Deveria ser comum na teologia? Bem, considerando que os teólogos (de todas as religiões) são quase unânimes em dizer que Deus é aquele que pode em si fazer comungar os indivíduos porque é o Uno de quem deriva toda a diversidade da criação, a resposta a essa pergunta é "não". Mas, se a pergunta fosse "isso é comum na teologia?", a resposta seria "sim" - e pior: principalmente na teologia cristã.

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